A palavra "direito" é uma idéia abstrata que nada justifica. Essa palavra significa simplesmente isto: "Dai-me o que eu quero, a fim de que eu possa provar que sou mais forte do que vós". Onde começa o direito, onde acaba? Num Estado em que o poder está mal organizado, em que as leis e o governo se tornam impessoais por causa dos inúmeros direitos que o liberalismo criou, veio um novo direito, o de me lançar, de acordo com a lei do mais forte, contra todas as regras e ordens estabelecidas, derrubando-as; o de por a mão nas leis, remodelando as instituições e tornando-me senhor daqueles que abandonaram os direitos que lhes dava a sua força, renunciando a eles voluntariamente, liberalmente... Em virtude da atual fragilidade de todos os poderes, nosso poder será mais duradouro do que qualquer outro, porque será invencível até o momento em que estiver tão enraizado que nenhuma astúcia o poderá destruir...
Perigo para Sociedade. Nenhuma sociedade quer que você seja sábio (inteligente). Isso vai contra os fundamentos de todas as sociedades o modelo pelo qual elas foram criadas. Se as pessoas se tornarem inteligentes não podem ser exploradas. Se elas são inteligentes não podem ser subjugadas.
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
A fé
Um espírito equilibrado poderá esperar guiar com êxito as multidões por meio de exortações sensatas e pela persuasão, quando o campo está aberto à contradição, mesmo desarrazoada, mas que parece sedutora ao povo, que tudo compreende superficialmente? Os homens, quer sejam ou não da plebe, guiam-se exclusivamente por suas paixões mesquinhas, suas superstições, seus costumes, suas tradições e teorias sentimentais: são escravos da divisão dos partidos que se opõem a qualquer harmonia razoável.
Os homens, quer sejam ou não da plebe, guiam-se exclusivamente por suas paixões mesquinhas, suas superstições, seus costumes, suas tradições e teorias sentimentais: são escravos da divisão dos partidos que se opõem a qualquer harmonia razoável. Toda decisão da multidão depende duma maioria ocasional ou, pelo menos, superficial; na sua ignorância dos segredos políticos, a multidão toma resoluções absurdas ; e uma espécie de anarquia arruina o governo. A política nada tem de comum com a moral. O governo que se deixa guiar pela moral não é político, e portanto, seu poder é frágil. Aquele que quer reinar deve recorrer à astúcia e à hipocrisia. As grandes qualidades populares - franqueza e honestidade - são vícios na política, porque derrubam mais os reis dos tronos do que o mais poderoso inimigo. Essas qualidades devem ser os atributos dos reinos cristãos e não nos devemos deixar absolutamente guiar por elas.
Os homens, quer sejam ou não da plebe, guiam-se exclusivamente por suas paixões mesquinhas, suas superstições, seus costumes, suas tradições e teorias sentimentais: são escravos da divisão dos partidos que se opõem a qualquer harmonia razoável. Toda decisão da multidão depende duma maioria ocasional ou, pelo menos, superficial; na sua ignorância dos segredos políticos, a multidão toma resoluções absurdas ; e uma espécie de anarquia arruina o governo. A política nada tem de comum com a moral. O governo que se deixa guiar pela moral não é político, e portanto, seu poder é frágil. Aquele que quer reinar deve recorrer à astúcia e à hipocrisia. As grandes qualidades populares - franqueza e honestidade - são vícios na política, porque derrubam mais os reis dos tronos do que o mais poderoso inimigo. Essas qualidades devem ser os atributos dos reinos cristãos e não nos devemos deixar absolutamente guiar por elas.
O ouro
Nos dias que correm, o poder do ouro substituiu o poder dos governos liberais. Houve tempo em que a fé governou. A liberdade é irrealizável , porque ninguém sabe usar dela dentro de justa medida. Basta deixar algum tempo o povo governar-se a si mesmo para que logo essa autonomia se transforme em licença. Então, surgem dissensões que em breve se transformam em batalhas sociais, nas quais os Estados se consomem e em que sua grandeza se reduz a cinzas. Se o Estado se esgota nas suas próprias convulsões ou se nas suas próprias convulsões ou se suas comoções intestinas o põem a mercê dos inimigos externos, pode ser considerado irremediavelmente perdido; caiu em nosso poder.
A liberdade é uma idéia
A liberdade política é uma idéia e não uma realidade. É preciso saber aplicar essa idéia, quando for necessário atrair as massas populares ao seu partido com a isca duma idéia , se esse partido formou o desígnio de esmagar o partido que se acha no poder . Esse problema torna-se fácil, se o adversário recebeu esse poder da idéia de liberdade, do que se chama liberalismo, e sacrifica um pouco de sua força a essa idéia. E eis onde aparecerá o triunfo de nossa teoria: as rédeas frouxas do poder serão logo tomadas, em virtude da lei da natureza, por
outras mãos porque a força cega do povo não pode ficar um dia só sem guia, e o novo poder não faz mais do que tomar o lugar do antigo enfraquecido pelo liberalismo.
Eles sabem tocar as cordas mais sensíveis da alma humana : o cálculo, a avidez, a insaciabilidade dos bens materiais, todas essas fraquezas humanas, cada qual capaz de abafar o espírito de iniciativa, pondo a vontade dos homens à disposição de quem compra sua atividade. A idéia abstrata da liberdade deu a possibilidade de persuadir ás
multidões que um governo não passa de gerente do proprietário do país, que é o povo, podendo-se mudá-lo como se muda de camisa. A removibilidade dos representantes do povo coloca-os à nossa disposição ; els dependem de nossa escolha.
outras mãos porque a força cega do povo não pode ficar um dia só sem guia, e o novo poder não faz mais do que tomar o lugar do antigo enfraquecido pelo liberalismo.
Eles sabem tocar as cordas mais sensíveis da alma humana : o cálculo, a avidez, a insaciabilidade dos bens materiais, todas essas fraquezas humanas, cada qual capaz de abafar o espírito de iniciativa, pondo a vontade dos homens à disposição de quem compra sua atividade. A idéia abstrata da liberdade deu a possibilidade de persuadir ás
multidões que um governo não passa de gerente do proprietário do país, que é o povo, podendo-se mudá-lo como se muda de camisa. A removibilidade dos representantes do povo coloca-os à nossa disposição ; els dependem de nossa escolha.
O direito reside na força
É preciso ter em vista que os homens de maus instintos são mais numerosos que os de bons instintos. Por isso se obtém melhores resultados governando os homens pela violência e o terror do que com discussões acadêmicas. Cada homem aspira ao poder, cada qual, se pudesse, se tornaria ditador ; ao mesmo tempo, poucos são os que não estão prontos a sacrificar o bem geral para conseguir o próprio bem. Quem conteve as feras chamadas homens? Quem os guiou até agora? No princípio da ordem social, submeteram-se à força bruta e cega, e mais tarde, à lei, que é essa força mascarada. Concluo, pois, de acordo com a lei da natureza, que o direito reside na força
quarta-feira, 11 de julho de 2018
A liberdade existe?
Escravos dos dígitos da conta bancária: quantos mais zeros melhor. Mas para que esses zeros se multipliquem, buscamos o sucesso profissional, muitas vezes privando-nos de tantas outras coisas que lá na frente nos farão falta. O trabalho é algo subjetivo e inerente ao ser humano, mas muitos trabalham sem ao menos gostar do que fazem apenas pelo dinheiro, se acomodam e não correm atrás de fazer algo que satisfaça sua autoestima, além da sua conta bancária.
Escravos dos cartões de crédito a fim de aumentar a qualidade de vida, mas que qualidade? A do consumo?
Escravos dos impostos, tributos e contribuições à sociedade para que, se possível, tenhamos saúde, educação e segurança, mas pagamos para aqueles que gastam o que não pertence a eles. Na realidade pagamos em duplicidade, pois no nosso contracheque, sem pedir licença, já vêm descontados o INSS e o IR, mas ao receber o salário vêm aquelas velhas contas caras do fim do mês: planos de saúde, escola particular, o seguro da casa e do carro e etc.
Escravos do estresse, sintoma esse diagnosticado na maioria das queixas de pacientes que vão aos consultórios médicos, escravos dos medicamentos pela propaganda de consumo, marketing influenciador da automedicação.
Escravos da mente, pois as pessoas andam depressivas, não têm controle das emoções, mantêm um comportamento decorrente das pressões da vida que priorizaram, fazendo com que mudassem seus hábitos e atitudes.
Escravos da TV, pois ao entrarmos em casa ela é a primeira a receber atenção. Um clique no controle remoto e ela já está a comunicar as desgraças do dia para que amanhã, ao sair de casa, seu medo aflore devido aos absurdos e inacreditáveis atos humanos.
Escravos tecnológicos que estão esquecendo o abraço, o beijo, o carinho, pois com a facilidade de comunicação das redes sociais as pessoas estão se distanciando de suas famílias, amizades, e dos relacionamentos em geral.
Escravos da síndrome tri hiper: Hipersensibilidade emocional: preocupa-se com a dor alheia, mas não com a sua. Hiperpreocupação com a imagem social, com medo de não ser aceito, fazendo as coisas para impressionar os outros. E hiperprodução de pensamentos: sofre-se por antecipação, por erros do passado e medo de errar no futuro…
Evolua conscientemente! Envolva-se na sua libertação. Não seja fantoche do sistema. Não deixe que ninguém roube sua coragem de ser você.
A escravidão do sistema atual
A escravidão do sistema atual é ser domado pelo trabalho sem oportunidade de críticas, sugestões ou melhorias. Presos a um conceito vago de liberdade. Convivemos com robôs humanos, que fazem as coisas automaticamente, sem muitas vezes perceber o que estamos fazendo, o que ou quem está ao nosso lado, tudo isso por culpa do tempo. Será? O tempo diminuiu? As pessoas a cada dia acumulam mais. Acumular para quê? Que tipos de coisas acumulamos?
Passaram-se mais de cem anos e ainda sentimos os reflexos da era da escravidão. Enquanto a nobreza constrói seus castelos, a classe pobre “se vira nos trinta”, em governos comandados pela corrupção, onde alienados aceitam tudo que é apresentado e a única salvação é libertar-se.
Passaram-se mais de cem anos e ainda sentimos os reflexos da era da escravidão. Enquanto a nobreza constrói seus castelos, a classe pobre “se vira nos trinta”, em governos comandados pela corrupção, onde alienados aceitam tudo que é apresentado e a única salvação é libertar-se.
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