quarta-feira, 11 de julho de 2018

A liberdade existe?

Escravos dos dígitos da conta bancária: quantos mais zeros melhor. Mas para que esses zeros se multipliquem, buscamos o sucesso profissional, muitas vezes privando-nos de tantas outras coisas que lá na frente nos farão falta. O trabalho é algo subjetivo e inerente ao ser humano, mas muitos trabalham sem ao menos gostar do que fazem apenas pelo dinheiro, se acomodam e não correm atrás de fazer algo que satisfaça sua autoestima, além da sua conta bancária.
Escravos dos cartões de crédito a fim de aumentar a qualidade de vida, mas que qualidade? A do consumo?
Escravos dos impostos, tributos e contribuições à sociedade para que, se possível, tenhamos saúde, educação e segurança, mas pagamos para aqueles que gastam o que não pertence a eles. Na realidade pagamos em duplicidade, pois no nosso contracheque, sem pedir licença, já vêm descontados o INSS e o IR, mas ao receber o salário vêm aquelas velhas contas caras do fim do mês: planos de saúde, escola particular, o seguro da casa e do carro e etc.


Escravos do estresse, sintoma esse diagnosticado na maioria das queixas de pacientes que vão aos consultórios médicos, escravos dos medicamentos pela propaganda de consumo, marketing influenciador da automedicação.
Escravos da mente, pois as pessoas andam depressivas, não têm controle das emoções, mantêm um comportamento decorrente das pressões da vida que priorizaram, fazendo com que mudassem seus hábitos e atitudes.
Escravos da TV, pois ao entrarmos em casa ela é a primeira a receber atenção. Um clique no controle remoto e ela já está a comunicar as desgraças do dia para que amanhã, ao sair de casa, seu medo aflore devido aos absurdos e inacreditáveis atos humanos.
Escravos tecnológicos que estão esquecendo o abraço, o beijo, o carinho, pois com a facilidade de comunicação das redes sociais as pessoas estão se distanciando de suas famílias, amizades, e dos relacionamentos em geral.
Escravos da síndrome tri hiper: Hipersensibilidade emocional: preocupa-se com a dor alheia, mas não com a sua. Hiperpreocupação com a imagem social, com medo de não ser aceito, fazendo as coisas para impressionar os outros. E hiperprodução de pensamentos: sofre-se por antecipação, por erros do passado e medo de errar no futuro…
Evolua conscientemente! Envolva-se na sua libertação. Não seja fantoche do sistema. Não deixe que ninguém roube sua coragem de ser você.

A escravidão do sistema atual

A escravidão do sistema atual é ser domado pelo trabalho sem oportunidade de críticas, sugestões ou melhorias. Presos a um conceito vago de liberdade. Convivemos com robôs humanos, que fazem as coisas automaticamente, sem muitas vezes perceber o que estamos fazendo, o que ou quem está ao nosso lado, tudo isso por culpa do tempo. Será? O tempo diminuiu? As pessoas a cada dia acumulam mais. Acumular para quê? Que tipos de coisas acumulamos?
Passaram-se mais de cem anos e ainda sentimos os reflexos da era da escravidão. Enquanto a nobreza constrói seus castelos, a classe pobre “se vira nos trinta”, em governos comandados pela corrupção, onde alienados aceitam tudo que é apresentado e a única salvação é libertar-se. 

terça-feira, 29 de agosto de 2017

OS BANQUEIROS SÃO OS MAIORES RATOS E ROUBAM O BRASIL ...

OS BANQUEIROS SÃO OS MAIORES RATOS E ROUBAM O BRASIL. É PRECISO QUE TEMER DEMITA MEIRELLES, O MAIOR REPRESENTANTE DOS BANQUEIROS.
“Os ratos já roubaram R$300 bilhões do Brasil só neste ano, um absurdo”.  “O lobo está tomando conta do galinheiro. O Brasil está na mão dos ratos banqueiros nacionais e internacionais. O povo já está quebrado, sugado, endividado, não aguenta mais, não consegue sair do SPC e nem do SERASA. Parece que a única solução para Temer é sugar o povo com impostos e juros altíssimos sob o pretexto de controlar a inflação”.
“Mais de 750 mil empresas quebradas, mais de 13 milhões de desempregados. Evidentemente, isto é decorrente do desgoverno petista. Entretanto, Temer continua seguindo os erros do governo anterior. Somos os campeões mundiais em juros. Os banqueiros transformam os brasileiros em trouxas, é a escravidão do século XXI”, prosseguiu o político.
 Consequências perniciosas em todos os âmbitos do cotidiano dos brasileiros: “Brasileiros passam necessidade, a violência aumenta de forma absurda, a qualidade de vida e o consumo per capita despencam. Somente no primeiro semestre, o Itaú lucrou R$6 bilhões! É quase inacreditável. A dívida nacional já ultrapassa R$4 trilhões, isto após pagarmos mais de R$750 bilhões anuais. Esta dívida está crescendo geometricamente! Dinheiro que deveria estar indo para saúde, educação, segurança, infra-estrutura, está sendo desviado para pagar banqueiros”.
“Os bancos praticam juros de 400% ao ano no cheque especial e no cartão de crédito. Veja bem, 400% ao ano! Isso destrói a saúde financeira de qualquer cidadão e o torna um escravo dos ratos. Só os bancos estão lucrando em nosso país, por isso querem o Meirelles”.
 “Onde está a coragem deste governo para enfrentar esses desafios contra os bancos? Pois, na hora de aumentar impostos, é corajoso, como também para mexer na Previdência do povo – que tem a receber de empresários faltosos mais de um trilhão de reais. Michel Temer, ao que parece, acredita que os banqueiros são os donos do mundo, e não são no meu entender. Temos de enfrentá-los de peito aberto. É isso que o povo quer”.

domingo, 10 de julho de 2016

A servidão moderna é uma escravidão voluntaria...


“A servidão moderna é uma escravidão voluntaria, concedida pela multidão de escravos que se arrastam pela face da terra. Eles mesmos compram as mercadorias que os escravizam cada vez mais. Nós mesmos procuramos um trabalho cada vez mais alienante que lhes é dado, se demostram estar suficientemente domados. Nós mesmos escolhemos os mestres a quem devemos servir. Para que esta tragédia absurda possa ter lugar, foi necessário tirar desta classe a consciência de sua exploração e de sua alienação. Ai está a estranha modernidade da nossa época. Contrariamente aos escravos da antiguidade, aos servos da idade média e aos operários das primeiras revoluções industriais, estamos hoje em dia frente a uma classe totalmente escravizada, só que não sabe, ou melhor não quer saber. Eles ignoram o que deveria ser a única e legitima reação dos explorados. Aceitam sem discutir a vida lamentável que se planejou para eles. A renúncia e a resignação são a fonte de suas desgraças”.

           



quinta-feira, 7 de julho de 2016

Cidadãos escravos?

Cidadãos escravos? "No sistema totalitário mercantil, nenhuma forma de exílio é possível."
A classe média ainda desfrutaria do relativamente confortável (ainda que cada vez menor) meio termo da escravidão. Os medianamente informados, seja em que classe estejam, ainda podem pensar sobre o assunto servidão humana moderna.

A miséria leva milhões de pessoas a trabalhar em troca de comida e moradia. O desespero e a fome aumentaram esse tipo de mão de obra. São pessoas que não valem nada, do ponto de vista do traficante, porque é mais barato simplesmente comprar outra pessoa do que “recuperar” aquela (em caso de doença, por exemplo), então as condições de vida dadas a essas pessoas é terrível e se elas não suportam o trabalho são simplesmente trocadas.

A extrema pobreza, a guerra e as condições climáticas tornam as pessoas presas fáceis da escravidão, como é o caso dos imigrantes ilegais e refugiados.

Considera-se escravo aquela pessoa que pertence a alguém ou a algum grupo que tem controle sobre a sua movimentação. Ela é tratada como propriedade e privada de liberdade por meio de coerção e violência, com o objetivo de explorá-la.

Por sinal — mais uma “conquista” da globalização e do neoliberalismo — o número de pessoas escravizadas cresceu 20% em relação aos 29,8 milhões em 2013. Como vemos, o vergonhoso sistema neoliberal é um paraíso. Para os grupos corporativos que exploram o próximo. E isso, para a humanidade, é uma vergonha fomentada pelo terrorismo do capital.



quinta-feira, 9 de junho de 2016

A natureza parasitaria do atual sistema monetário.Parte 2

A natureza parasitaria do atual sistema monetário

Torna se claro que o sistema monetário imposto sobre nós está em bancarrota estrutural. Um sistema 
de concessão de empréstimos baseados em juros só poderia funcionar se todo o dinheiro ganho através do juro fosse gasto em bens e serviços ( de modo a que o tomador do empréstimo pudesse ganha lo outra vez) não entesourado ou emprestado outra vez. Entesourar dinheiro ou empresta lo a diferentes tomadores ao mesmo tempo ( como os bancos fazem hoje) provoca a escassez do mesmo e repercussões nos balanços dos bancos e igualmente dos proprietários das casas... Uma vez que foi permitido aos bancos tornarem se “demasiado grandes para falirem”, através de fusões e aquisições, as elites financeiras instruem seus políticos fantoches a salvarem nos, a expensas dos contribuintes. Utilizando doses maciças de propaganda mentirosa nas mídias e de instilação do medo, as elites lavam o cérebro das massas lavando as a acreditar que a propriedade dos bancos é vital para a estabilidade social e a prosperidade econômica. Por outras palavras, se instalam o caos generalizado dando ou socorrendo aos   grandes bancos de irem à falência. Inicialmente, a maior parte do cidadão parece acreditar na mentira criada e divulgada pela mídia e aceitam pagar os custos através de aumentos de impostos, e um conjunto de cortes e privatizações de serviços públicos (educação, previdência, infraestrutura, cuidados saúde, etc.).Penso que a privatização do dinheiro é a principal causa subjacente da pobreza, escravatura econômica, sub financiamento do governo, e de uma classe dirigente oligarquia que frustra toda tentativa de arranca-las das redes do poder...



   

A natureza parasitaria do atual sistema monetário.

A natureza parasitaria do atual sistema monetário
Mesmo as pessoas mais educadas, por vezes enganadas pela mídia dominante e os chamados “peritos”, deixam de identificar a causa básica da atual retração econômica e tendem a confundir o sintoma (inflação, desemprego, etc.) com a causa. Outros fatores incorretos de seu desencadeamento muitas vezes são atribuídos a inerente cobiça humana, a super  população, aos baby boomers, ao abandono do padrão ouro, a reserva bancaria fracionaria, as dividas fiduciárias, ao super consumo e até mesmo a tecnologia.
O sistema monetário tornou se a jaula global da escravização alimentada pela dívida que hoje conhecemos através de uma série de eventos: invenção da usura (conceder empréstimo em dinheiro a juros compostos), estabelecimento da reserva fracionaria na concessão de créditos, privatização da oferta monetária, criação de bancos centrais, abolição do patrão ouro e imposição legal de dividas fiduciárias.

Atualmente cerca de 96% do dinheiro nos Países Ocidentais vem da existência como dívida (dinheiro-credito) criada por bancos comerciais na forma de promessas de pagamentos (IOUs). Os montantes depositados no banco e emprestados são simples registros na contabilidade, não apoiados por quaisquer ativos reais (como ouro, por exemplo). O que da valor a estes montantes de papeis normalmente sem valor é o trabalho humano. Só quando paramos para pensar acerca disto podemos começar a aprender a natureza profundamente fraudulenta da concessão de empréstimos bancários, o tomador do empréstimo compromete como colateral pelo empréstimo algo que ele ainda não possui (isto é, o carro que ele compra a credito) em troca do dinheiro que o prestamista realmente não tem nas suas reservas. Criam se com isto as bolhas especulativas e o efeito negativo delas sobre a economia real.